|
|
|
Os
Ritmos da Noite
|
|
|
Cada vez mais, grupos de amigos e casais saem à noite para dançar. A noite paulistana é bastante generosa em opções de salões e espaços diversos para a prática do que chamamos de "danças de salão". Aqui apresentaremos alguns dos ritmos que encontramos nos bailes, com mais freqüência: |
|
|
Bolero: Nasceu na Inglaterra. Um bailarino espanhol, Sebastian Cerezo, fez uma variação baseada nos bailados de ciganas, cujos vestidos eram ornados com pequenas bolas (as boleras). Chá Chá Chá: dança derivada do danzon cubano, que se seguiu ao Mambo. O nome foi tirado pelo barulho dos dançarinos nas pistas de dança. Popularizou-se no mundo com as formações das Big Bands, onde havia claro predomínio de instrumentos de sopro. |
|
Forró: designação popular dos bailes freqüentados e promovidos por migrantes nordestinos nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Teve origem nas festas oferecidas pelos ingleses aos empregados que construíam estradas de ferro. A origem da palavra vem da expressão inglesa "for all" (ou seja, "para todos"). Fox-trot: swing americano muito dançado na época das Big Bands, entre as quais destacam-se a de Glenn Miller, Tomy Dorsey e Ray Connif. |
|
|
Mambo: nasceu em Cuba e virou uma salada musical. Tem como antepassados os ritmos afro-cubanos derivados de cultos religiosos no Congo. Seu nome vem da gíria usada pelos músicos negros ("estás mambo? "- "tudo bem com você?"). invadiu os EUA nos anos 50. |
| Merengue: ritmos veloz e malicioso, nascido na Rep. Dominicana, e tem seu nome derivado do jeito que os dominicanos chamavam os invasores franceses no século XVII (merenques). |
|
|
Pagode: variação do samba que apresenta características do choro, tem estilo romântico e andamento fácil para dançar. Obteve grande sucesso comercial no início dos anos 90. É uma variante paulista da gafieira carioca. |